sexta-feira, 25 de março de 2016

Elemento Graffiti - Intervenção na Casa de Cultura Campo Limpo



Durante os dias 19 e 20 de Março, o Coletivo Fora de Frequência presenteou a Casa de Cultura Campo Limpo com uma intervenção de Graffiti na fachada.
 A Casa de Cultura do Campo Limpo fica localizada no entorno da praça na rua Aroldo se Azevedo, 100, e está com uma programação cultural eclética mantida num sistema colaborativo entre educadores, produtores culturais, militantes locais e a gestão do espaço.

 Com a renovação da gestão tendo a socióloga Anabela - a muito tempo atuante em diversas frentes na região - à frente do espaço, a casa e os produtores culturais locais tendem a se aproximar e, consequentemente, ganharem ainda mais força. 

 A Zona Sul de São Paulo, especialmente o Campo Limpo, é conhecidamente uma das regiões da cidade e do estado efervescente de manifestações culturais, sociais e artísticas diversas. E ter uma gestora local no espaço é fundamental para um melhor aproveitamento e potencialização da Casa de Cultura.
Com esse esforço de aproximação e colaboração mútua o espaço, os produtores e a cultura da região só têm a ganhar.

É satisfatório poder somar de alguma maneira nesse processo de renovação, fortalecimento e revitalização de um espaço, onde esperamos, a cultura local se aproprie, difunda e fortaleça ainda mais.













domingo, 6 de dezembro de 2015

Intervenção na Mostra Zumbi Somos Nós




 O Coletivo Fora de Frequência foi convidado a participar e colaborar com a Mostra Zumbi Somos Nós, que ocorre anualmente no mês de Novembro, intervindo com a produção de um mural. Sendo assim, no dia 27 de Novembro, Anderson e André Benelli produziram um mural em diálogo com a proposta da mostra de evocação da resistência de Zumbi, combate ao racismo e valorização do negro.
 Confiram o resultado:














terça-feira, 17 de novembro de 2015

Educandos fazem intervenção de Graffiti



 No dia 16 de Novembro aconteceu o último encontro do ciclo das oficinas de Graffiti ministradas pelo Coletivo Fora de Frequência na EMEF Zulmira localizada no Pq. Regina na zona sul da cidade de São Paulo.

Neste último encontro os educandos interviram na quadra da escola utilizando stencil estudado e produzido processualmente durante as oficinas. 
 As imagens foram escolhidas, stencil produzidos, composição e planejamento do projeto de intervenção pelos próprios estudantes sempre sob orientação dos educadores. 

Um pouco do processo e o resultado da intervenção pode ser conferido nas imagens abaixo:











segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Graffiti na EMEF Zulmira no Pq. Regina - Planejamento e projeto



 O terceiro encontro das oficinas de graffiti na EMEF Zulmira no Pq. Regina foi pautado em planejamento e projeto. 
 Os educandos apresentaram os elementos vazados (stencil) produzidos na pausa entre os encontros, como foram recomendados anteriormente pelos educadores, e fizeram pequenos reparos e alterações.
 Durante o restante do encontro educandos e educadores fizeram o planejamento e projeto para a intervenção do mural que aconteceria no encontro seguinte.  




segunda-feira, 26 de outubro de 2015

2º encontro Rua D'Arte - Oficinas de Graffiti na EMEF Zulmira




No 2º encontro na EMEF Zulmira no Pq. Regina as oficinas de graffiti se pautaram exclusivamente numa técnica de ampliação do Stencil.
O Stencil já havia sido introduzido no encontro anterior e para ampliação foram usados computador e projetor multimídia. Após orientações dos educadores os educandos partiram para prática, veja um pouco do processo nas fotos abaixo:











sábado, 24 de outubro de 2015

Rua D'Arte - Oficinas de Graffiti na escola EMEF Zulmira


No dia 24 de Outubro, as oficinas de graffiti Rua D'Arte iniciaram na EMEF Zulmira localizada no Pq. Regina. 
Nesse primeiro encontro, de um total de quatro, os educadores apresentaram alguns dos conceitos básicos da arte de rua como intervenção urbana e arte pública. Além disso, os educadores contextualizaram sobre  a história do graffiti no Brasil introduzindo sobre Alex Vallauri, considerado precursor dessa manifestação por aqui, e a técnica do stencil. Isso, numa conversa informal de introdução do curso folheando os livros com obras do Banksy e Alex Vallauri.

Após breve introdução da proposta das oficinas, contextualização histórica e de conceitos básicos os educandos partiram para prática, produzindo pequenos stencil e experimentando o seu funcionamento em  intervenção na parede.













quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Entrevista Concedida para o Seu Jornal da Rede TVT


Entrevista concedida para o "Seu Jornal" da Rede TVT.
Aproveitamos para fazer algumas correções. Os principais projetos que atuamos são: Rua D'arte (oficinas de Graffiti), Rua das Rimas (oficinas de MC) e Resgate Histórico do Movimento Hip Hop. O Jaçarau é uma atividade organizada por três coletivos parceiros, Guettofobia, SP Clan e Coletivo Fora de Frequência.
Pensamos ser importante compartilhar tais informações, pois acabou não entrando por conta da edição.

              

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Bate Papo sobre Graffiti, Educação e Produção Cultural em escola do Pq. Regina


Fotos por: Profª Rosângela
 Na Segunda-feira, dia 03 de Agosto, membros do Coletivo Fora de Frequência estiveram numa escola Estadual do Pq. Regina para um bate papo com os/as alunos/as e professores/as sobre graffiti, educação e produção cultural.
 Vejam algumas imagens do encontro abaixo e aguardem por possíveis novidades:













terça-feira, 21 de julho de 2015

Fora de Frequência Lança o Videoclipe "Espada de Dois Gumes" em Prol dos Direitos Humanos


Fora de Frequência e o selo Ponta de Lança (selo independente) apresentam o videoclipe “Espada de Dois Gumes”. O trabalho conta com participações de ativistas, artistas, trabalhadores/as, amigos e seus filhos/as e visa contribuir na disseminação das bandeiras de luta dos movimentos sociais e na denuncia das mazelas causadas pelo estado, como o genocídio da juventude Negra e Periférica, a redução da maior idade penal, a terceirização, entre outros.

            Confira!

            

sábado, 30 de maio de 2015

Jaçarau: convidado Má Reflexão


 
Fotos: Anderson Benelli
  Em Maio, além do cronograma oficial de poesias e freestyle, o Jaçarau teve como convidado para o encerramento da noite o Rapper Má Reflexão mais conhecido como Má PDA no meio da Pixação. 
  
  Durante a década de 1990, Má PDA foi bastante ativo no pixo deixando sua marca por diversas ruas, picos e prédios da cidade de São Paulo em inúmeros rolês. Por isso, além da apresentação musical rolou também, a já tradicional no pixo, assinatura e troca de folhinhas ao final do Sarau com alguns nomes do AR (Adolescência Rebelde) que colaram para prestigiar o sarau e a apresentação do Má Reflexão.

  O Jaçarau acontece todo segundo sábado de cada mês no CDM do campo do Jd. Jacira.



 

 



 







quarta-feira, 1 de abril de 2015

Primeiro Jaçarau de 2015


fotografias: Anderson Benelli
No dia 14 de Março rolou o primeiro Jaçarau de 2015, e o mês das mulheres deu o tom. 

O sarau teve como tema norteador Todos os dias é dia da mulher, e, além da poesia, contou com a participação da socióloga Anabela Gonçalves que contextualizou em sua fala o protagonismo da mulher e a construção histórica da sociedade patriarcal. Nesse processo, Anabela enfatizou o protagonismo das mulheres na história em diversas sociedades, desde a pré-história passando pela era clássica até a contemporaneidade, inclusive, a greve do dia 08 de Março de 1857.


No Dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova Iorque, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, num ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).